Neste vasto mundo, entre todos os seres vivos, o jovem Qin Huai é, por acaso, arrastado para uma antiga rixa entre o Rei Santo e o Senhor Demoníaco, que se estende desde os tempos remotos até os dias
No território de Xingtian, no domínio externo do clã Han.
Em uma pequena cidade na fronteira do clã Han, era já meia-noite. As luzes estavam acesas por toda parte; no mercado noturno, havia uma multidão indo e vindo, num vai e vem incessante, e os vendedores gritavam seus pregões em voz alta, tão mais nítidos na quietude da noite, compondo um quadro de plena prosperidade.
Mas, em um beco escuro e deserto, perdido entre as ruas movimentadas do mercado, desenrolava-se naquele instante uma cena completamente diferente.
— Ora, minha bela, e você ainda ousa sair sozinha tão tarde da noite? Acha que o clã Han está seguro assim? — disse, com um tom sombrio, um brutamontes careca, com uma cicatriz no canto do olho, fixando com má intenção a jovem de cabelos longos encurralada num canto sombrio do muro.
Ao seu lado, dois homens de físico robusto, armados com objetos perigosos, lambiam os lábios com expressões cheias de zombaria.
À frente dos três, num ponto cego formado pela parede, estava uma garota de rosto delicado e vestido longo vermelho, que fitava, com inquietação estampada nos olhos, os três homens que avançavam passo a passo.
O beco era solitário e silencioso; ao redor, havia pouca gente e a iluminação era fraca. Isso contrastava de forma gritante com o burburinho do mercado noturno, não muito distante.
O brutamontes careca, liderando o avanço, aproximou-se pouco a pouco e, de súbito, virou-se para fora do beco com um sorriso leve:
— Jovem mestre Qin, essa raridade não lhe desperta interesse? Se não lhe interessar, então nó