O cordão vermelho e o arroz glutinoso ainda permanecem, mas já não se vê o monge da floresta de outrora. Que coincidência! Zhao Zheng não apenas o viu, como também conseguiu tornar-se discípulo do Mes
(Mundo fictício!)
Ano ocidental de 1912, início da República.
Sétimo dia do sétimo mês, Encontro na Ponte das Peonias.
Vila Teng Teng.
“Mestre, fui incompetente, deixei a fantasma feminina…”
“Zhao Lang…”
“Levantei de repente, e a protagonista que eu estava entrevistando?”
Zhao Zheng, acabando de se levantar do chão, ignorou a dor lancinante na cabeça e olhou para a mulher à sua frente. Ela não caminhava, flutuava, o corpo translúcido, unhas vermelhas, afiadas e compridas, o olhar carregado de rancor fixo nele, vestida com um qipao azul estampado.
Não muito longe, no chão, estava deitado um sacerdote taoísta cego, já sem vida, segurando uma espada de madeira de pêssego e talismãs.
Beliscou a perna.
Doía de verdade, não era sonho!
Estavam filmando? Quem faz encenações tão realistas assim?
Até projeções usaram?
Zhao Zheng, com as pupilas ligeiramente encolhidas, lançou um olhar para suas mãos que agora pareciam mais jovens, e logo examinou as folhas verdes e exuberantes da árvore no pátio. Os dedos tocaram discretamente o pulso, e ao encarar o rosto distorcido e feroz da fantasma feminina que flutuou até ele, seus olhos brilharam e ele suspirou:
“Que seja, leve-me com você.”
“Hmm?”
O olhar de rancor da fantasma se turvou de dúvida, ela riu friamente para Zhao Zheng:
“Ora, agora você se conformou? Não quer mais que aquele sacerdote cego me destrua…”
“Eu te amo!”
“O quê!”
A expressão da fantasma mudou, mordeu os lábios vermelhos, o rancor em seus olhos suavi