[Transmigração + sem sistema + intriga política + história real + tom espirituoso] Começo em nível infernal: Liu Bei está preso no condado de Haixi, com apenas três mil soldados remanescentes, e o v
Ano primeiro de Jian'an (196 d.C.), noite.
Nos arredores do condado de Xutai, na região de Xiapi, província de Xuzhou (antigamente conhecida como condado de Xuyi durante a dinastia Han Ocidental, retomando o nome Xutai na dinastia Han Oriental).
Uma agitação rompeu-se do lado de fora da vila da família Zhao.
Zhao Chen abriu os olhos e sorriu levemente.
“Finalmente chegou o momento!”
Ele aguardava ali há mais de dez dias, apenas para este instante.
Meia lua atrás, Zhao Chen, estudante do terceiro ano de Agronomia, largou o jogo “Devora o Mundo” e, no dormitório, proclamou arrogantemente que, se pudesse voltar ao final da dinastia Han Oriental, com sua inteligência, certamente auxiliaria Liu Bei a conquistar o mundo, unificando o império.
Afinal, todo jovem que leu “Os Três Reinos” carrega uma ponta de frustração: Liu Bei teve o Dragão Adormecido e o Fênix Jovem, mas nunca unificou a terra.
Seus colegas o tomaram por louco.
Poucas horas depois, Zhao Chen despertou, inexplicavelmente, numa casa simples. Ao redor, tudo era estranho, com aldeões vestidos à moda antiga.
No início, ele não acreditou; só ao fim de três dias compreendeu que havia, de fato, atravessado o tempo, chegando à era que sempre sonhara: o final da Han Oriental.
Já que estava ali, era hora de dar início a suas grandes ambições.
Vestiu-se, pegou a bagagem já preparada e saiu apressado.
Na verdade, não trazia muita coisa: apenas a mochila que atravessou o tempo com ele. Dentro, alguns tubérculos crus para experimentos, um paco