"Jovem, na época em que comecei a me exibir, vocês ainda não passavam de uma gota de líquido!" "Senhorita celestial, venha comigo, prometo que vou te levar para se exibir, para voar, e para... hehe!
Sob o brilho de um fio de luz solar ofuscante, Xu Que acordou, semicerrando os olhos. Sentia uma leve coceira no rosto, e ao redor parecia haver uma densa vegetação de grama.
“Eu não morri num acidente de carro? Como estou vivo novamente?”
Surpreso, não teve tempo de entender como escapara da morte, pois o cenário diante de si o fez abrir os olhos, excitado. Logo, ficou completamente confuso.
À sua frente, uma jovem vestida com trajes antigos, de beleza celestial, aproximava-se do local onde ele estava deitado. Com delicadeza, começou a levantar sua saia ancestral, preparando-se para se agachar...
Meu Deus! Essa moça, será que pretende...?
Não é possível! Não pode ser! Uma garota tão bela, como poderia agir assim, sem pudor? E eu, que sempre fui um homem honesto, jamais pensaria em espiar...
Xu Que arregalou os olhos, vendo, incrédulo, a jovem despir completamente a saia diante de si, e até mesmo tirar lentamente a roupa íntima, revelando uma pele alva e sedosa, acompanhada de um aroma feminino peculiar.
Isso o deixou completamente sem reação.
Quando percebeu que a jovem estava prestes a se aliviar justo sobre sua cabeça, Xu Que rapidamente se esgueirou para fora do denso matagal, gritando:
“Moça, o que está fazendo? Não pode se aliviar em qualquer lugar!”
O ambiente congelou. A jovem, meio agachada, ficou estática. Então...
“Ah...”
Ela soltou um grito agudo, apressadamente abaixou a saia e, num salto, ergueu-se do chão, pisando numa espada afiada, voando pelo ar.
Caramba, o que é isso? Voando