Reencarnar num mundo de cultivo em que todos praticam o jejum, e agora? Ling Yue, chef de elite da China, acredita firmemente que ninguém consegue escapar da lei do “sabor autêntico”. Se alguém conse
Na área de comércio da ala externa da Seita que Conduz o Céu.
“Espetinhos de carne assados na hora, perfumadíssimos e acabados de sair do fogo! Vinte por apenas uma pedra espiritual inferior. É comprar e sair lucrando!”
A vozinha clara e juvenil atraiu um bando de cultivadores curiosos.
Não se enganem: eles só queriam ver quão desmedido era o rosto de alguém que trocava comida comum por pedras espirituais.
Bem…
Era uma menininha de uns treze anos. O rosto também era pequeno, delicado e miúdo; os olhos grandes, vivos e sorridentes, brilhando de frescor, e o corpo, em geral, um tanto magro.
Ao ver que o aroma da carne assada atraía tanta gente, o sorriso de Ling Yue se alargou ainda mais.
Ela virava com destreza os espetos sobre a grelha improvisada. A carne de cordeiro já estava no ponto; polvilhada de modo uniforme com cominho e pimenta em pó, absorvia os temperos enquanto o fogo de carvão a tostava, e o perfume picante e dominador, misturado ao aroma singular do cominho, espalhava-se pelo ar.
“Grande irmão, quer uma porção?”
Ling Yue perguntou, sem pudor algum, ao cultivador que estava mais à frente.
O tal grande irmão balançou a cabeça e deu um passo atrás.
“Já entrei em jejum de alimentos mortais!”
Que coisa tristíssima.
O sorriso de Ling Yue congelou por um instante. Seu olhar se voltou para o lado, mas, antes que pudesse dizer qualquer coisa, recebeu outra recusa lamentável.
“Acabei de tomar uma pílula de jejum.”
Todos os cultivadores que eram alcançados por seu olhar balançava