O Céu do Destino

O Céu do Destino

Autor: Plano horizontal
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Yang Tianwen inesperadamente obteve uma bússola selada; a cada vez que desfaz um dos selos da bússola, pode realizar um desejo. Este estranho instrumento concedeu a Yang Tianwen uma vantagem singular,

Capítulo Um: Antiguidades

“Bonitão, acorde logo~~, bonitão, acorde logo~~~.” Um despertador pouco convencional anunciava a chegada de um novo dia. Nosso protagonista, de olhos semicerrados, levantou-se da cama com raiva resignada, estendendo o braço para silenciar aquele maldito alarme, e murmurou num tom baixo: “Nada é mais doloroso na vida do que não poder acordar naturalmente.” (遮天 http://www.saesky.net/zhetian/) [万书 shulou_com]. Com um gesto brusco, afastou as cobertas, vestiu-se apressadamente e correu para o banheiro.

Permitam-me apresentar: Yang Tianwen, vinte anos de idade, aparência agradável, ligeiramente mais atraente que a maioria, embora distante do padrão dos astros de cinema. Crescido em um orfanato, ingressou aos dezoito anos na Universidade XX, sendo alocado pelo vestibular num curso pouco procurado: Arqueologia. Quanto ao seu temperamento, difícil dizer. Carrega traços de otimismo e vigor, mas também um quê de isolamento e desajuste social.

Yang Tianwen fechou a porta atrás de si e, saindo do pequeno cubículo de quarenta metros quadrados que alugava, montou em sua bicicleta e pedalou velozmente em direção à universidade. Café da manhã? Pulou sem remorso — um pouco de fome não era grande coisa. O “ninho” ficava tão próximo à faculdade que bastavam dois minutos de pedal para chegar.

Quarenta metros quadrados podem parecer vastos para quem mora sozinho, mas quando se preenchem com fileiras de estantes apinhadas de antigos volumes, uma escrivaninha gasta e pilhas de livros velhos, o espaço torna-se opressivo.

A universidade de Yang Tianwen era de segunda ou t

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