Certo dia, Yi Yun decidiu escalar uma montanha e, no interior de uma caverna, deparou-se com um misterioso cartão de cor púrpura. No instante em que tocou o cartão, a encosta da montanha desmoronou. A
Neste tempo, sobreviver não era tarefa fácil, e Yi Yun sabia-o melhor do que ninguém. Contudo, jamais lhe passara pela cabeça que, em plena juventude, um dia como este chegaria—um dia em que, verdadeiramente, a morte se tornaria iminente.
Na manhã daquele dia, Yi Yun combinara de escalar uma montanha com dois bons amigos, entre os quais uma bela moça. Era, naturalmente, um plano cheio de promessas. Como tantos jovens, buscavam emoções e novidades. Para eles, percorrer trilhas turísticas comodamente desbravadas pelo homem pouco tinha de atrativo; preferiram aventurar-se numa montanha bravia, raramente tocada por pés humanos.
Alcançando a meia encosta, depararam-se com uma gruta. A jovem, fascinada, insistiu em explorá-la. Ninguém poderia prever o que viria a acontecer. Dentro da caverna, Yi Yun encontrou um cristal roxo, de formato quadrangular, semelhante a um cartão translúcido de algum filme de ficção científica. Crendo tratar-se de uma ametista natural, tocou-o, movido pela curiosidade. Nesse instante, a gruta estremecia, e em seguida deu-se o desabamento!
É impossível descrever os sentimentos que o atravessaram ao ver dezenas de toneladas de pedra despencarem sobre si. Se precisasse resumir em poucas palavras, diria: só na iminência da morte compreende-se verdadeiramente o que é morrer.
Era jovem, de beleza razoável, saudável, e ainda virgem... Havia tantas coisas maravilhosas esperando por ele na vida—todas prestes a se perderem. Essa tristeza e desespero o asfixiavam.
As rochas não esmagaram Yi Yun, mas selaram seu caminho de volta. En