Repórter: Com licença, se alguém atravessasse para a antiguidade, qual seria a identidade mais embaraçosa de se assumir? Liu Ying: Sem dúvida, ser o príncipe herdeiro do imperador fundador! Repórter
Sim.
Mais uma vez, estamos no início da dinastia Han, hahahahahahahahahahahahahahahahahahah~
Ai, ai~
Como dizer...
É uma obsessão, talvez.
Seja em “O Plano de Crescimento do Jovem Imperador”, ou na obra fracassada “O Grande Primeiro-Ministro da Dinastia Yuan”, tudo não passa de um reflexo dessa obstinação minha.
Alguns leitores antigos talvez se recordem: na mensagem de lançamento de “O Plano de Crescimento do Jovem Imperador”, o autor já havia mencionado o desejo de escrever uma obra em homenagem a Yaoli, assassino de Jing Ke, e ao imperador da dinastia Han Ocidental retratado em “Quero Ser Imperador”.
É lamentável, por diversas razões objetivas e subjetivas, incluindo minha própria saúde, estado mental e outros fatores de força maior, “O Plano de Crescimento do Jovem Imperador” não teve um desfecho perfeito.
Quanto a “O Grande Primeiro-Ministro da Dinastia Yuan”, o conteúdo em si não apresenta grandes problemas; pessoalmente, gosto bastante da obra, especialmente porque haveria uma segunda linha narrativa, na qual o protagonista integraria a vertente acadêmica dos Mohistas, algo que prometia ser bastante interessante. Contudo, como um leitor comentou: ao escrever sobre ministros e auxiliares, é preciso ter uma base econômica ou de leitores já consolidada, caso contrário, começar do zero torna quase impossível garantir a própria subsistência.
Sem surpresas, minha primeira obra sobre ministros e auxiliares morreu antes mesmo de nascer.